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Diana, Jean-Antoine Houdon (1741-1828), Paris, 1780, Mármore, A. 210 x L. 98 x Prof. 115 cm, Inv.º 1390

Diana


Jean-Antoine Houdon (1741-1828)
Paris, 1780
Mármore
A. 210 x L. 98 x Prof. 115 cm
Inv.º 1390

Obra-prima da escultura francesa do século XVIII, Houdon conferiu a esta deusa um tratamento original, apresentando-a nua e em movimento de corrida, em contraste com a Diana estática e idealizada dos seus antecessores, vestida de túnica como símbolo de virgindade. Para além dos atributos habituais da deusa Diana – o arco, as flechas e a lua em fase de quarto minguante na cabeça – nesta versão em mármore, por exigência técnica, devido ao peso excessivo do material, Houdon foi obrigado a criar pontos de apoio: um tufo de plantas aquáticas na base e uma aljava para consolidar o braço esquerdo.

Exemplar único em mármore, pertenceu a Catarina II da Rússia, tendo estado exposto no Museu do Ermitage. A sua popularidade advém-lhe de um conjunto de factores, incluindo o do escândalo causado na época pela sua nudez integral, considerada excessiva e inconveniente.

Museu Calouste Gulbenkian


» Avenida de Berna, n.º 45-A - Lisboa
» Telefone: 217823000
» Horário: 3ª-Dom: 10h00-18h00
» EUR 4,00 / EUR 2,00 (+ 65 anos, C.J., Estudantes) / Entrada Livre (- 12 anos e Dom.)

» Web Site: http://www.museu.gulbenkian.pt

» Email: museu@gulbenkian.pt


» Instituída a Fundação Calouste Gulbenkian, em 1956, foi preocupação primeira o cumprimento da disposição testamentária do fundador que exigia a reunião em Lisboa, sede da Fundação, de todas as obras de arte que reunira na sua longa vida. De Paris, Londres e Washington após complexas negociações chegaram a Lisboa as obras daquela que é indiscutivelmente uma das colecções mais importantes reunidas no século XX.

Deste modo, em Outubro de 1969, foi inaugurado no Parque de Santa Gertrudes o Museu Calouste Gulbenkian, monumento da arquitectura portuguesa da segunda metade do século XX, da autoria de Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy de Athouguia.
A Colecção Gulbenkian é constituída por cerca de 6000 obras, 1030 das quais se encontram permanentemente expostas ao público. O percurso do Museu acompanha das primeiras salas a Arte Egípcia; a Arte Greco-Romana, com particular destaque para a colecção de moedas gregas, a mais importante colecção privada da actualidade; a Arte Islâmica, com o seu notável conjunto de tapetes, faianças e vidros, e a Arte da China e do Japão.

A Arte da Pintura na Europa, dos séculos XV a XIX ocupa igualmente lugar de destaque no Museu, integrando obras de Rogier van der Weyden, Domenico Ghirlandaio, Frans Hals, Rembrandt van Rijn, Peter Paul Rubens, Jean-Honoré Fragonard, Hubert Robert, Édouard Manet e Edgar Degas entre muitos outros. Nas artes ornamentais francesas, os núcleos de Mobiliário e de Ourivesaria são dos mais destacados do Museu. Jóias e vidros de René Lalique, de quem Calouste Gulbenkian foi um encomendador privilegiado, concluem a visita ao Museu Gulbenkian. Igualmente neste núcleo o Museu é referência obrigatória para todos aqueles que desejem conhecer as artes sumptuárias dos finais do século XIX.
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